Aluno de 9 anos permaneceu na unidade após o fim das aulas; Conselho Tutelar foi acionado e localizou familiar durante a noite
Uma criança de 9 anos precisou ser acolhida provisoriamente pelo Conselho Tutelar após permanecer na escola sem que nenhum responsável fosse buscá-la ao fim das aulas, em Aparecida de Goiânia.
A situação foi descoberta quando uma funcionária da unidade escolar tentou entrar em contato com o pai do aluno. Ao ligar para o número informado, ela foi atendida por um policial militar, que informou que o celular estava em posse da corporação. Segundo o agente, o homem havia sido preso por suspeita de tráfico de drogas e, por isso, não poderia buscar o filho.
Diante do caso, a escola acionou o Conselho Tutelar, que iniciou uma força-tarefa para localizar algum familiar apto a assumir os cuidados da criança. A equipe conseguiu contato com a avó materna apenas por volta da meia-noite.
A avó informou que tinha interesse em receber o neto, mas mora em Brasília. Como não havia tempo hábil para verificar as condições necessárias para a entrega da criança naquele momento, o Conselho Tutelar decidiu pelo acolhimento provisório.
O caso segue acompanhado pelos órgãos responsáveis, que devem avaliar a situação familiar antes de definir os próximos encaminhamentos.