Inspirados pela onda do autocuidado e pelo movimento de biohacking, tutores nos Estados Unidos estão recorrendo a terapias não convencionais, suplementos importados e até luz vermelha para tentar estender a vida dos seus animais de estimação.
Essa procura ajuda a impulsionar um setor que deve movimentar US$ 165 bilhões em gastos com pets este ano. De olho nisso, startups e grandes farmacêuticas entraram em uma corrida para desenvolver o primeiro remédio antienvelhecimento com comprovação científica.
A principal aposta do momento é a rapamicina, uma droga usada em humanos para prevenir a rejeição de órgãos, que virou o foco de tutores contra o envelhecimento dos animais. Ainda assim, os estudos clínicos em cães estão em andamento.
Empresas como a Loyal Animal Health e a Elanco direcionam milhões de dólares em pesquisa para criar tratamentos regulamentados contra doenças da idade e prolongar a vida dos pets.
Veterinários, no entanto, alertam que dar medicamentos sem comprovação ou improvisar rotinas com suplementos importados pode trazer sérios riscos à saúde dos animais.