
1 – Tiago Henrique Gomes da Rocha
Um dos episódios mais sombrios da capital foi protagonizado por Tiago Henrique Gomes da Rocha, ex-segurança que confessou ter matado dezenas de pessoas entre 2011 e 2014. Suas vítimas incluíam jovens mulheres, pessoas em situação de rua e homossexuais.

2 – Rildo Soares dos Santos
Em setembro de 2025, a Polícia Civil de Goiás apresentou à sociedade Rildo Soares dos Santos, 33 anos, suspeito de ser o autor de uma sequência de crimes brutais em Rio Verde, no sudoeste goiano. Segundo as investigações, Rildo seria responsável por três feminicídios, três estupros e desaparecimentos de outras mulheres. O modo de agir chocou os investigadores. Ele abordava vítimas em terrenos baldios próximos a sua casa, muitas vezes usando um uniforme falso de gari para inspirar confiança. Guardava bolsas e objetos das mulheres como troféus, e frequentemente utilizava fogo em suas ações.

3 – Adimar Jesus da Silva
O caso do pedreiro Adimar Jesus da Silva paralisou Goiás no início de 2010. Condenado por pedofilia, cumpria pena em regime semiaberto quando sequestrou e matou seis adolescentes em Luziânia, cidade do Entorno do Distrito Federal.

4 – 0 Canibal “Corumbá”
Poucos criminosos causaram tanto horror quanto José Vicente Matias, conhecido como “Corumbá”. Natural de Firminópolis, ele confessou ter assassinado seis mulheres entre 1999 e 2005, em crimes que envolviam rituais de extrema violência, canibalismo e banhos de sangue.
Corumbá alegava que cometia os assassinatos a mando de um ser sobrenatural, o “diabo”. Uma de suas vítimas foi uma turista alemã, cujo sangue ele disse ter bebido e comido o cérebro da vítima.

5 – Lázaro Barbosa
Em junho de 2021, Goiás foi palco de uma das maiores perseguições policiais da história do Brasil. Após cometer uma chacina no Distrito Federal, Lázaro Barbosa fugiu para áreas de mata no Entorno do DF, principalmente em Cocalzinho de Goiás.

6 – Antônio Luís Amorim Barbosa
Apelidado de “novo Lázaro”, Antônio Luís Amorim Barbosa, de 35 anos, foi preso em outubro de 2024, em Luziânia, após anos de crimes que aterrorizavam cidades como Pirenópolis, Anápolis, Aparecida de Goiânia e Senador Canedo
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